Podcast ou videocast: qual formato escolher?

Por Bia • RVL · · 3 min de leitura

Podcast ou videocast: o podcast é só áudio e é fácil de consumir em qualquer lugar; o videocast também tem imagem e rende episódio no YouTube e cortes para redes sociais. Para empresas que querem aproveitar ao máximo cada gravação, o videocast costuma valer mais.

Câmera no tripé grava dois apresentadores conversando à mesa: um videocast
Imagem ilustrativa. Clique aqui e conheça os estúdiosFoto: cottonbro studio no Pexels

Podcast em áudio

O podcast em áudio é ouvido no carro, na academia, em casa fazendo outras coisas. É um formato íntimo, de companhia, e funciona muito bem para conversas longas e para públicos que já gostam de ouvir conteúdo.

A produção é mais simples: microfones, sala com boa acústica e edição de áudio. A distribuição acontece em plataformas como Spotify e similares.

Quer ajuda com isso? A equipe do Grupo RVL cuida de RVL Estúdios — Podcast para a sua empresa.

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Videocast: áudio e vídeo

No videocast a conversa é gravada também em vídeo, com câmeras e luz. O episódio vai para o YouTube, e os melhores momentos viram vídeos curtos para Instagram, TikTok e LinkedIn. Uma única gravação alimenta várias redes.

Ver o rosto de quem fala aumenta a conexão e a confiança, o que pesa para empresas e profissionais que vendem conhecimento.

Podcast ou videocast: comparação rápida

Os dois formatos podem conviver: muitos programas gravam em vídeo e publicam também a versão só em áudio.

  • Alcance de pessoas novas: videocast, pelos cortes nas redes
  • Consumo em movimento: podcast em áudio
  • Produção: áudio é mais simples; vídeo pede câmeras, luz e cenário
  • Aproveitamento de conteúdo: videocast rende muito mais peças
  • Autoridade de marca: videocast, por mostrar quem fala

Custo e esforço de cada formato

Gravar em vídeo exige estrutura maior, mas o tempo de quem apresenta é o mesmo. Em um estúdio já equipado, a diferença de esforço é pequena para o apresentador, porque a equipe técnica cuida de câmeras, luz e som.

A edição do videocast é mais trabalhosa, mas entrega mais: episódio completo, versão em áudio e cortes para várias redes.

Como decidir

Se o objetivo é alcançar gente nova e fortalecer a marca, comece pelo videocast. Se o público já consome áudio e o orçamento é curto, o podcast em áudio é um bom começo e pode evoluir para vídeo depois.

Em qualquer caso, defina a frequência que a empresa consegue manter e grave alguns episódios antes de lançar. Veja os primeiros passos em podcast corporativo.

Uma boa regra prática: se você já sabe que vai querer cortes para as redes, grave em vídeo desde o primeiro episódio. Começar só em áudio e mudar depois quebra a identidade visual do programa e desperdiça os episódios iniciais, que poderiam render conteúdo para várias redes.

Onde gravar

Em um estúdio equipado, a equipe técnica cuida de câmeras, microfones e iluminação. No Estúdio RVL, em Belo Horizonte, há câmeras e microfones profissionais e dois ambientes para videocasts. Conheça os estúdios do Estúdio RVL.

Antes de gravar, veja como escolher um estúdio de podcast em Belo Horizonte.

Perguntas frequentes

Dá para publicar o videocast também só em áudio?

Dá, e é o que muitos programas fazem. O mesmo episódio gravado em vídeo é publicado no YouTube e, com o áudio extraído, nas plataformas de podcast. Assim o programa atende quem assiste e quem só ouve.

Videocast precisa de mais de uma câmera?

É o recomendado. Ter uma câmera para cada participante e um plano aberto deixa a edição mais dinâmica e facilita criar cortes verticais para as redes. Em estúdio, essa estrutura já está montada.

Qual formato traz mais clientes para a empresa?

Em geral, o videocast, porque os cortes curtos alcançam pessoas que ainda não conhecem a empresa e o vídeo mostra quem está por trás da marca. O resultado depende de constância e de temas ligados às dúvidas reais dos clientes.

Videocast precisa de cenário especial?

Precisa de um cenário coerente com o tema e com a marca, bem iluminado e sem distrações. Em estúdio, os ambientes já são preparados para vídeo, o que evita improvisos com fundo, luz e enquadramento.

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Bia • RVL · 3 min de leitura